Salmo de ‘Salmos sapienciais
ou didáticos, que são meditações sobre a natureza da vida humana e das
ações divinas’. Hoje compartilho o salmo
de número setenta e três, versículos de treze a vinte e oito. Léo Lima
“Parece que não adiantou nada eu me conservar puro e
ter as mãos limpas de pecado. Pois tu, ó Deus, me tens feito sofrer o dia
inteiro, e todas as manhãs me castigas. Se eu tivesse falado como os maus, teria
traído o teu povo. Então eu me esforcei para entender essas coisas, mas isso
era difícil demais para mim. Porém, quando fui ao teu Templo, entendi o que
acontecerá no fim com os maus. Tu os pões em lugares onde eles escorregam e
fazes com que caiam mortos. Eles são destruídos num momento e têm um fim
horrível. Quando te levantas, Senhor, tu não lembras dos maus, pois eles são
como um sonho que a gente esquece quando acorda de manhã. O meu coração estava
cheio de amargura, e eu fiquei revoltado. Eu não podia compreender, ó Deus; era
como um animal, sem entendimento. No entanto, estou sempre contigo, e tu me
seguras pela mão. Tu me guias com os teus conselhos e no fim me receberás com
honras. No céu, eu só tenho a ti. E, se tenho a ti, que mais poderia querer na
terra? Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força,
ele é tudo o que sempre preciso. Os que se afastam de ti certamente morrerão, e
tu destruirás os que são infiéis a ti. Mas, quanto a mim, como é bom estar
perto de Deus! Faço do Senhor Deus o meu refúgio e anuncio tudo o que ele tem
feito”.